Alguém telefona para o INEM e pede uma urgência para uma senhora idosa. Chegados à morada indicada os técnicos depararam-se com um princípio de um enfarte, a ambulância ficou parada em frente à porta da casa da doente, (a rua só tem um sentido de passagem de veículos) enquanto os técnicos de saúde davam os primeiros socorros à vítima. Até aqui nada de anormal. O pior foi quando os ditos socorristas chegaram à rua com a senhora, a ambulância tinha desaparecido. Motivo, os seguranças do senhor ministro, que o iam buscar a casa (parece que o senhor mora por ali) sempre zelosos nestas coisas (para outras o zelo fica no quartel) não estiveram com modas, retiraram a ambulância do local sem passar cavaco a ninguém, para assim poderem passar sem problema, acto que é proibido por lei.
Pergunto: e se fosse a mãe do segurança a doente?
O que vai dizer ou fazer o ministro?
Será mais importante a perca de uns minutos na labuta diária do sr. ministro, que a vida de uma pessoa?
E se fosse um outro qualquer cidadão a "roubar" a ambulância, o que lhe acontecia?
Estas e outras perguntas ficarão certamente sem resposta. Até quando?