
Motivo, os seguranças do senhor ministro, que o iam buscar a casa (parece que o senhor mora por ali) sempre zelosos nestas coisas (para outras o zelo fica no quartel) não estiveram com modas, retiraram a ambulância do local sem passar cavaco a ninguém, para assim poderem passar sem problema, acto que é proibido por lei.
Pergunto: e se fosse a mãe do segurança a doente?
O que vai dizer ou fazer o ministro?
Será mais importante a perca de uns minutos na labuta diária do sr. ministro, que a vida de uma pessoa?
E se fosse um outro qualquer cidadão a "roubar" a ambulância, o que lhe acontecia?
Estas e outras perguntas ficarão certamente sem resposta. Até quando?
Caro Jota Daniel:
ResponderEliminaro mínimo seria o ministro demitir-se. O máximo seria o ministro ser demitido. Mas como, se quem o podia demitir não se demite a ele próprio?!
Teremos que ser nós a demiti-los!
Entretanto, outro eunuco socretino, um tal de Vara, cagando-se para as pessoas que esperavam pela sua vez num determinado departamento público, passou à frente de todos e foi atendido na hora. Não sei se algum dos presentes reclamou tal atitude, mas como reclamar, pelos vistos não é solução, faltou um bom par de estalos no trombil do dito e a coisa resolvia-se.
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